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domingo, 12 de abril de 2009

Nostalgia


Hoje morreu meu cachorrinho, o Téo.

Téo, um poodle abricot (marrom claro), era alucinado. Enquanto tentei dividir o teto com ele, não se passou um dia sem que ele tentasse me morder. Às vezes, conseguia. Mas eu provocava.

Eu e Téo era tipo irmão. O bichinho, nascido lá em 1995, é um puta elo com meu passado, minha infância que ia embora, minha adolescência e seus muitos problemas.

Faz quase dez anos que não moro na casa do Téo, mas penso nele bastante. Uma meia no chão, uma noite sozinho, uma manhã preguicenta na cama, a abertura de um bombom.

É Téo, você vai fazer muita falta...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009


PARAR DE FUMAR? vá ao Nicotina Zero

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